Voluntários falam da visita ao CACAJ
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Luanda Voluntários visitam o CACAJ (Centro de Acolhimento de Crianças Arnaldo Jancer e trocam esperiencia com o GAS-África
Numa caravana composta por 9 delegados representando os municípios de Viana, Rangel, Maianga e Cazenga, a ONG Luanda Voluntários visitou o Centro de Acolhimento de Crianças Arnaldo Jancer, a visita teve inicio pelas 15h00, os visitantes foram muito bem recebidos por uma equipa de meninos do centro que preparam com muito carinho a visita e pelo GAS-África ONG que tem feito acompanhamento aos meninos locais. Fez-se uma visita e conheceu-se as dependências do centro e contactamos que ele ainda carece de muita ajuda.
Papara ajudar o centro basta clicar em http://www.angolaconectada.blogspot.com/ http://luandavoluntario.wordpress.com/ http://auliogomes.blogspot.com/ ou entrar em contacto apartir de luandavoluntario@hotmail.com ou ainda pelos terminais: 918 26 97 93, 222 40 82 32
sábado, 17 de setembro de 2011
Acampamento Ambiental
A associação AKEV e ALCA (Associação dos Kuduristas e Estudantes de Viana e Associação Luís Candeias e Amigos) realizam de 30 de Setembro a 02 de Outubro de 2011 um acampamento ambiental no cemitério de navios (Praia de São Tiago Sarico).
17 de Setembro, os angolanos recordam heróis nacionais em modo particular António Agostinho Neto
A homenagem que hoje, dia 17 de Setembro, se faz ao primeiro Presidente do país, António Agostinho Neto, é extensiva, simbolicamente, aos demais heróis que tombaram no campo de guerra e que quiseram fazer de Angola um paraíso na terra, segundo Maria Eugénia Neto.“Agostinho Neto foi o líder, mas uma luta não se faz sozinho”, disse Maria Eugénia Neto, a viúva do fundador da Nação. Na sua opinião, os outros heróis merecem ser homenageados, porque têm igualmente um valor muito grande, não só combativo, como também intrínseco à personalidade deles. Segundo Maria Eugénia Neto, uma vez estar ultrapassado o período em que “estávamos apenas virados para a defesa do território”, é altura de se falar mais dos heróis nacionais e dos seus feitos, para que se siga o exemplo e se descubram outros heróis.
“Estamos no bom caminho. Já temos uma Faculdade de Letras que pode fazer pesquisas e estudos sobre os nossos heróis. A União dos Escritores Angolanos já publicou várias antologias sobre Agostinho Neto e, às vezes, a TPA passa alguns pensamentos dele”.
Maria Eugénia Neto defende a divulgação da vida e obra de Agostinho Neto nos estabelecimentos de ensino. Conta, para justificar a sua posição, que ainda se recorda das imagens que tinha o seu livro de leitura na infância. “Por isso, penso que as nossas crianças e os jovens devem ter acesso a imagens, pequenas biografias, extractos de poemas e do pensamento de Agostinho Neto, que as possa orientar para a vida”.
Além disso, acrescenta, “temos de fazer com que os angolanos se sintam orgulhosos de terem tido um pai da nação como Agostinho Neto, uma pessoa honesta, criativa, cheia de energia, tenaz e, sobretudo, perseverante. Ele não se assustava ou desistia com as dificuldades”.
Igualmente, segundo a viúva, “Agostinho Neto tinha uma força interior fantástica. Ele deve ter tido receios como qualquer um de nós tem frente as dificuldades, mas procurava sempre ultrapassá-las e dar força aos outros para que acreditassem que eram capazes. E foram capazes. Os angolanos deram o melhor de si e venceram todas as forças mercenárias”.
No seu ponto de vista, a sociedade angolana, de um modo geral, tem grande interesse em reviver os ensinamentos de Agostinho Neto. Mas, acrescenta, a nova geração, de modo particular, ainda não se apercebeu da grandeza da sua obra e dos seus ensinamentos, que continuam úteis e actuais, por se adaptarem mais às coisas do presente.
“São poucos, desta geração, os que compreendem o que Agostinho Neto queria para este país”. Por esta razão, segundo Maria Eugénia Neto, foi instituída, a 4 de Setembro de 2006, uma fundação em homenagem a Agostinho Neto com o objectivo principal de promover a pesquisa e divulgação da sua vida e obra.
Maria Eugénia Neto, que assume a presidência da Fundação, deu a conhecer que a instituição, em um ano de funcionamento, publicou um livro intitulado “Agostinho Neto: uma vida sem tréguas - 1922-1979”, uma edição alusiva ao 25º aniversário da morte do fundador da nação e ao 30º aniversário da Independência Nacional.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Tributo a António Agostinho Neto
Luzia Eduarda |
A estudante da escola Njinga Mbande destaca que António Agostinho Neto foi um grande celebre da cultura de Angola, tendo se notabilizado como poeta, politico, medico de formação… de Neto podemos lembrar das obras Sagrada Esperança, a Renuncia Impossível… Para mim Agostinho neto é o pai da Literatura Angola.
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