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O presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) de Angola, Cláudio Aguiar, aplaudiu, em Lisboa, os esforços do Executivo angolano no combate ao desemprego juvenil, defendendo a superação profissional como "grande desafio".
| Presidente do CNJ, Cláudio Aguiar |
Ainda sobre o desemprego juvenil, reconhece inexistir "governo algum no mundo que resolva a questão na totalidade", embora admita ser "preciso que o Estado adopte políticas proteccionistas para que nos primeiro, segundo e terceiro sectores da economia sejam privilegiados os jovens angolanos".
Segundo Cláudio Aguiar, além do emprego, constam das "grandes preocupações dos jovens angolanos, os acessos à educação, habitação e à saúde", tendo atestado encontrar da parte do Executivo "grande vontade e disponibilidade para que estes problemas sejam resolvidos".
Enalteceu ainda o Estado angolano, por ser um dos primeiros signatários da Carta Africana dos Direitos dos Jovens, cujos princípios estão consagrados na nova Constituição da República de Angola, referente aos direitos e deveres dos jovens angolanos.
Para Cláudio Aguiar, mais do que estarem consagrados os direitos, o Estado angolano está a solucionar os problemas dos jovens, através de processo de elaboração da política da juventude e a criação de programas de construção de projectos habitacionais.
No capítulo sócio-educacional para jovens, o presidente do CNJ mostrou-se agradado com o facto de o Governo angolano ter aumentado o número de bolsas de estudos, "o que vai resolver o problema de inúmeros pais em custear e garantir a formação dos seus filhos".
Em Portugal, Cláudio Aguiar manteve contactos com as estruturas da CPLP, para "criar espaços de interacção no âmbito das estratégias ligadas ao FJ - CPLPJ", organismo actualmente presidido por Angola.
"Aquando da conferência dos ministros responsáveis pela juventude, realizado em Benguela, o FJ - CPLPJ apresentou um plano estratégico, onde estão reflectidas as preocupações dos jovens da CPLP, pelo que o mesmo deve ser aprovado e ratificado por todos os estados-membros", salientou.
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